ARNSV apoia o texto de adesom para colectivos sociais, organizaçons e sindicatos sobre a “Operación Jaro”.

Relación de colectivos que apoian o comunicado:

Jaro

Afiadoras de Fútebol Gaélico
Agir
Agora Galiza
A Riada do Tea
Associaçom Antifascista Jimmy Sempre com Nós
Associaçom Cultural Amigos da Cultura de Ponte Vedra
Associaçom Cultural Festival das Brétemas (Ponte Areias)
Associaçom de Luita Livre Olímpica Alacrám Vermelho (Porrinho)
Asociación para a Defensa Ecolóxica de Galiza (ADEGA)
Briga
Ceivar
Centro Social A Galheira (Ourense)
Centro Social A Gentalha do Pichel (Compostela)
Centro Social Auto-gestionário O Fresco (Ponte Areias)
Centro Social Faisca (Vigo)
Centro Social Harar (Noia)
Centro Social Mádia Leva! (Lugo)
Centro Social Revolta (Vigo)
Coletivo Nacionalista de Marim (CNM)
Comité de Solidariedade com os Presos e Presas Políticas
Confederación Intersindical Galega (CIG)
Fundaçom Artábria
Grupo de Acción Social (Vigo)
Movemento polos Dereitos Civis (MDC)
Mulheres Nacionalistas Galegas (MNG)
Partido Comunista do Povo Galego (PCPG)
Que voltem para a Casa!
Rede de Coletivos A Ria nom se Vende
Riazor Blues
Sociedade Cultural e Desportiva do Condado
Verdegaia
Xebra Associaçom (Burela)
Xeira

TEXTO DE ADESOM PARA COLETIVOS SOCIAIS, ORGANIZAÇONS E SINDICATOS
SOBRE A “OPERACIÓN JARO”.

Em 30 de outubro passado, nove independentistas galegas e galegos forom detidos pola Guardia Civil numha presunta “operación antiterrorista” e acusados de dous delitos de “integraçom en banda armada” e “enaltecemento do terrorismo” que poderiam supor anos de prisom.
As detençons estiveron acompanhadas dum importante dispositivo mediático que socializou a versom policial, condenando sem juízo prévio as nove pessoas detidas, vulnerando a sua presunçom de inocencia e ocultando o impulso político do operativo policial.
Agora, após a que se donominou Operación Jaro, estes cidadáns e cidadás galegas tenhen un processo penal aberto num tribunal de exceçom como é a Audiencia Nacional.
Além disto, a organizaçom política na que militavam, Causa Galiza, conhecida públicamente desde 2007 polo seu trabalho en favor de direito de autodeterminaçom da Galiza e da independencia nacional, foi suspendida durante um período de dous anos, o que equivale a umha ilegalizaçom de facto.

As organizaçons políticas, colectivos sociais, associaçons e sindicatos que convocamos a manifestaçom nacional “En defensa dos direitos civis e políticos para todas e todos. Nom á ilegalizaçom de organizaçons políticas” qaueremos fazer público o seguinte:

1º Exprimimos a nossa solidariedade com as nove pessoas detidas pola Guardia Civil, exigimos a retirada das graves imputaçons penais ás que estám submetidas no que é um novo caso de repressom política e denunciamos o carácter abertamente político da operaçom.

2º Exigim0s o levantamento da suspensom das atividades políticas que desenvolve a organizaçom política independentista Causa Galiza e condiçons para o pleno exercicio das liberdades de reuniom, associaçom e manifestaçom para todos os galegos e galegas. Nengumha opiniom nem ideologíaagás o racismo e o fascismo-podem ser “ilegalizadas”.

3ºDenunciamos o proceso de fascistizaçom do regime espanhol, que é manifesto nesta tentativa de criminalizar e deixar fora da legalidade o independentismo organizado, a imposiçom de normativas como a Lei Mordaça, a aplicaçom sistemática de sançons penais e administrativas ao protesto e a mobilizaçom social, etc.

4º Polas razóns arriba expostas, convocamos a sociedade galega a se manifestar no próximo 24 de janeiro ás 12:00h desde a Alameda de Compostela a, unindo numha soa voz a denuncia de todos os sectores sociais, políticos e sindicais contrários a processos e vulneraçons de direitos humanos, constitucionais e políticos como os que estamos a contemplar.

Na Galiza, em 9 de janeiro de 2015.

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